quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Ex-líder de skinheads muda de vida e passa dois anos em tratamento para remover tatuagens


The long, slow process: Byron Widner was determined to erase the traces of his skinhead past by removing all of the facial tattoos that he had accumulated
Bryon era o violento líder de uma gangue que pregava a supremacia branca. Seu rosto e corpo exibia o orgulho das suas decisões. Entretanto, apesar de toda fama, a vida de Bryon virou um verdadeiro inferno quando ele decidiu abandonar o passado (e todas as suas crenças) para tornar-se um pai de família e levar uma vida normal.
Desperate: Mr Widner wanted to have his son Tyrson, 4, grow up with a father he could be proud of
As tatuagens que cobriam o rosto do americano Bryon Widner não só evidenciavam o ódio que ele nutria por pessoas com aparência diferente da sua. Com o passar do tempo, começaram a perturbá-lo de tal forma,que fez com que ele pensasse em removê-las a todo custo.
De acordo com o Daily Mail, depois de casar em 2006, o casal (ela era membro da Aliança Nacional) começou a colocar o passado racista de lado. No entanto, o passado continuava muito vivo, em símbolos tatuados em todo o corpo: uma navalha encharcada de sangue, suásticas, as letras “ódio” estampada em seus dedos e vários outros símbolos.
Bryon disse que era impossível levar uma vida normal. As pessoas olhavam para ele e viam um bandido ameaçador, não um homem tentando recomeçar a vida.

Reformed: Widner, left, and his family pray before their dinner at their home
Foi então que o casal começou a buscar formas de apagar as tattoos no rosto de Bryon. Entretanto, tratamentos para remoção de tatuagens faciais são extremamente raros, e poucos médicos são treinados para uma cirurgia tão complexa. Além disso, eles não podiam pagar e não tinham plano de saúde.
Foi então que, de acordo com o Daily Mail, Bryon começou a investigar receitas caseiras, olhando ácidos dérmicos e outras soluções. “Eu estava totalmente preparado para apagar meu rosto com ácido”, disse ele.
Por uma ironia do destino, a vida do ex-skinhead começou a mudar com a ajuda de um ativista que luta pelo fim dos violentos grupos preconceituosos.
Daryle Jenkins dirige um grupo anti-skinheads chamado “Projeto Um Povo”, com sede em Filadélfia. Com 43 anos de idade, ele alerta as pessoas para se organizarem contra os nazistas.
Family time: Mr Widner often plays video games with his son Tyrson and has cared for Mrs Widners children from a previous relationship, including Mercedez in the background, like his own

Depois de conhecer Bryon, Jenkins se convenceu que ele realmente estava motivado a mudar de vida e iniciou uma busca por conseguir um profissional que fizesse com que as tatuagens do ex-skinhead sumissem.
Em 2008, depois de muita espera, uma pessoa, que preferiu manter-se anônima, resolveu custear todo o tratamento.
Em junho de 2009, Bryon iniciou a primeira sessão de laser. Ele contou que sua mente girava num misto de ansiedade e esperança. A enfermeira anestesiou seu rosto, colocou óculos de proteção e injetou um anestésico local. Segundo ele, nunca tinha sentido tanta dor na vida.
Facing life anew: Mr Widner allowed MSNBC to film his tattoo removal for a documentary in hopes of inspiring others
Dois anos depois, Bryon Widner finalmente conseguiu ter seu rosto de volta. Agora ele usa camisa social de mangas compridas e vive como qualquer outro pai de família, além de combater os grupos nazistas.

O próximo passo é entregar a vida a JESUS CRISTO, para garantir salvação 



quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Oração evita tragédia durante tentativa de assalto a lanchonete

Na última semana um suposto assaltante entrou em uma loja do McDonalds em Fort Worth, nos Estados Unidos, e tentou disparar uma arma contra os clientes e funcionários do local. Câmeras de segurança mostraram que ele puxa o gatilho por pelo menos cinco vezes, mas a arma não disparou.
Ao sair da lanchonete ele tentou disparar novamente, e a arma funcionou normalmente, mas ninguém ficou ferido. Voltando para dentro da loja ele tentou disparar novamente, e a arma travou de novo, voltando a funcionar quando ele caminhou para fora do restaurante novamente.
O suspeito, identificado como Jestin Anthony Joseph, foi preso instantes depois por um grupo de policiais, que ficaram perplexos com o acontecido. A mãe de Jestin afirma que a arma travou porque ela estava orando pelo filho, que ela acredita sofrer de um transtorno mental.
- Na noite passada, eu disse a Deus para cuidar do Jestin, e é isso que eu acredito que aconteceu – contou a mãe do rapaz, que não quis se identificar.
- A única coisa que posso dizer é que aquele não era meu filho. Ele não estava em seu juízo perfeito – completou.
De acordo com a polícia, havia cerca de 15 pessoas no local no momento do incidente. O suspeito fugiu e foi preso pouco tempo depois. O sargento Joe Loughman disse que não consegue explicar o porquê de a arma não ter disparado dentro do restaurante.
- Eu nunca vi nada como isso antes. (…). Parece que ele está puxando o gatilho, mas a arma não dispara – afirmou o sargento, sobre o vídeo gravado pelas câmeras de segurança do estabelecimento.
De acordo com o WND Faith, testemunhas relatam que o rapaz estava murmurando algo na hora que tentou efetuar os disparos. À polícia, Jestin afirmou que estava ouvindo vozes dentro de sua cabeça no momento do incidente.
Mesmo sem uma explicação para o aparente milagre, o desfecho do caso causou um sentimento de gratidão nos envolvidos, que agradeceram pelo fato de o incidente não ter terminado em tragédia.
- Somos extremamente gratos que ninguém ficou ferido durante a situação que ocorreu em nossa propriedade terça-feira. A segurança de nossos clientes e funcionários é extremamente importante, e estamos cooperando plenamente com o Departamento de Polícia de Fort Worth em sua investigação em curso. – declarou o McDonalds dos EUA, em um comunicado.