segunda-feira, 9 de novembro de 2015

5 estratégias que o inimigo usa para nos enganar e destruir


  • Talvez você não saiba, mas há uma terrível guerra sendo travada neste exato momento. Ela teve início em tempos longínquos. Não falo de uma guerra mundial ou civil, nem de matanças no submundo do crime. Falo de uma guerra ainda mais devastadora, uma guerra que pode nos afetar física, mental e espiritualmente, e tem consequências eternas.
    "Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade." (Efésios 6:12)
    Assim como há um Deus no céu, um Pai que nos ama, zela por nosso bem-estar físico, emocional e espiritual; que quer nos abençoar com o melhor que há, tanto na mortalidade quanto na eternidade; há um inimigo comum aqui na terra disposto a TUDO para nos tornar tão miserável quanto ele é.
    O inimigo de Deus e do homem, conhecido com o diabo (Efésios 4:26), Satanás (Jó 2:2) ou Lúcifer (Isaías 14:12) conhece-nos muito bem. Ele e seus anjos caídos (Apoc. 12:9) estão a nossa volta, atentos a tudo o que fazemos e dizemos, trabalhando a mil para nos destruir.
    A fim de nos protegermos, precisamos conhecer 5 estratégias que ele usa para nos enganar e destruir:
  • 1. Tenta convencer-nos de que Deus não existe

    É muito cômodo não crer em Deus, pois se Deus não existe, não existe pecado, então não haverá cobranças nem castigo. Não teremos que, um dia, prestar contas da nossa vida, já que, quando essa vida passar, sobrarão somente nossos restos mortais.
    Porém, algo precisa ser levado em consideração: Deus não vai deixar de existir só por que milhões decidiram não crer Nele. Ideias não anulam fatos.
  • 2. Tenta convencer-nos de que ele mesmo não existe

    "Não existe diabo, consequentemente, não existe pecado." Não é uma boa estratégia? É isso que ele quer que pensemos. Acho até que essa é a sua tática predileta, e, em minha opinião, a mais covarde e perigosa, pois as pessoas desprotegidas são sempre as primeiras a cair.
    Um sábio homem que viveu na América pré-colombiana registrou: "E eis que a outros ele [o diabo] lisonjeia, dizendo-lhes que não há inferno; e diz: Eu não sou o diabo, porque ele não existe — e assim lhes sussurra aos ouvidos até agarrá-los com suas terríveis correntes, das quais não há libertação".
  • 3. Torna o pecado divertido, belo e aceitável

    "Um pouquinho não faz mal!", "O que é bonito é para ser mostrado!", "O corpo é meu!", "Vale tudo quando o assunto é amor!", são justificativas bastante usadas para transformar aquilo que Deus condenou em algo belo e aceitável.
    4. Tenta convencer-nos a colocar nossa vida e saúde em risco em busca de fortes emoções
  • Porque não tem e nunca terá um corpo físico, ele inveja o nosso. Por isso, quer que o coloquemos em risco. Ele aproveita-se do fato de gostarmos, pelo menos um pouco, de emoção e adrenalina, para nos induzir a obtê-las de maneira irresponsável, como dirigindo em alta velocidade, nadando em lugares perigosos, usando substância alucinógenas, bebendo, provocando brigas, aceitando desafios perigosos etc.
    5. Oferece-nos substitutos para Deus
  • Para consolar e acalmar o povo que murmurava pela demora de Moisés, na ocasião em que subiu ao monte Sinai para receber os 10 mandamentos, Aarão, seu irmão, construiu um bezerro de ouro para o povo adorar.
    Hoje em dia, há outros deuses que o inimigo nos oferece como "consolo" e substituto para o Deus verdadeiro. Veja alguns exemplos:
    • A TV – quando deixamos de ajudar o próximo, de ler as escrituras, de ir à igreja, de cumprir com aquilo que Deus espera de nós porque temos aquele "programa imperdível" para assistir.
    • Um carro novo – quando negamos uma carona para quem precisa, porque não queremos sujá-lo.
    • Um diploma universitário – quando decidimos que não há mais espaço para Deus em nossa vida, porque os trabalhos da faculdade tomam todo o nosso tempo e energia, ou porque "não dá para conciliar" o conhecimento que adquirimos com nossas crenças.
    • Uma casa de praia – quando tiramos também férias de Deus, deixando de lado nossas responsabilidades para com Ele e o próximo durante todo o verão.
      Isso não significa que essas coisas sejam ruins. Muito pelo contrário, são muito boas! E algumas delas, necessárias. Só são ruins quando passamos a adorá-las, tornando-as nossos "deuses". Isto é, colocando-as como um empecilho para o nosso relacionamento com Deus, como foi exemplificado acima.

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